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16/05/2018

Sete informações que você precisa saber sobre previdência privada


No próximo dia 14, tem início a 5ª edição da Semana Nacional de Educação Financeira, promovida anualmente pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) e que tem como objetivo promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). Com participação ativa nesta iniciativa pela quarta vez, a Brasilprev, maior empresa de previdência privada do país, lista sete informações que toda pessoa precisa saber antes de contratar um plano.

01- Defina seus projetos futuros e planeje como irá atingi-los

Defina os seus projetos de vida e o prazo em que pretende realizar cada um deles. Quando se tem clareza dos objetivos, datas e etapas, fica mais fácil buscar motivação e economizar para o futuro. Se os projetos forem de médio ou longo prazos, a previdência privada se mostra uma ferramenta imbatível para poupar recursos, pois oferece benefícios tributários e ainda incentiva a disciplina por conta das contribuições mensais.

02 - Pesquise sobre a instituição financeira que administrará seu dinheiro

A escolha da instituição que ficará responsável por administrar seus recursos deve ser feita com bastante critério e cuidado. Avalie o histórico e a reputação da empresa no mercado, busque seus índices de menções no Procon e sites de reclamações. Opte por uma organização sólida, lembrando que um plano de previdência privada pressupõe uma relação durante muitos anos. Veja se a instituição escolhida se preocupa com controles e segue processos seguros. Afinal, seus recursos financeiros devem estar em boas mãos para que você viabilize seus projetos.

03 - Tenha em mente o tipo de declaração de imposto de renda que você faz
O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é indicado para quem realiza a declaração completa, pois permite abater do Imposto de Renda (IR) os aportes ao plano até um limite máximo de 12% da renda bruta tributável. Já a modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é indicada para quem é isento da declaração ou utiliza o formato simplificado, pois esta não permite abater no IR os aportes realizados ao plano. Esta modalidade também é indicada para quem já investe em um PGBL, mas quer investir mais de 12% de sua renda bruta em previdência privada. No VGBL, no caso de resgates ou pagamento de benefícios, o IR incidirá apenas sobre os rendimentos e não sobre os depósitos efetuados no plano.

04 - Avalie a tabela de tributação mais vantajosa

Uma das escolhas que você fará ao adquirir um plano é a tabela do Imposto de Renda na qual os recursos serão tributados: Progressiva ou Regressiva. Na Tabela Regressiva, a pessoa será tributada de acordo com o tempo decorrido de cada aporte até o momento do resgate, iniciando com uma alíquota de 35% e decrescendo a um patamar mínimo de 10% após 10 anos. A segunda é a Tabela Progressiva, na qual o investidor estará sujeito, em caso de resgate, a retenção de 15% de IR na fonte e compensação na declaração anual do IR com base na tabela em vigor. Para decidir entre as duas, leve em consideração o seu perfil tributário e o seu planejamento de renda.

05 - Conheça seu perfil e defina em qual tipo de fundo você quer investir

No momento de escolha dos fundos de investimentos, o diferencial da previdência é contar com fundos que se adequam ao seu perfil, sejam totalmente de renda fixa ou com parcela em renda variável.
Com o cenário econômico de queda na taxa de juros, é mandatório que todos tenham maior atenção no poder da diversificação de recursos para obter ganhos diferenciados. A Brasilprev oferece uma vasta prateleira de opções de fundos de Renda Fixa e Multimercado, com conceitos diferenciados, como os fundos data-alvo. Toda esta estrutura é suportada por consultoria, para que o cliente tenha uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil e necessidade. Agora, lembre-se: previdência privada não se trata apenas de um fundo, mas, sim, de um produto de acúmulo de recursos com outras vantagens, como benefícios fiscais e tributários, a ausência de come-cotas nos fundos de investimentos, entre outras”, diz Marcelo Wagner, diretor Financeiro da companhia (foto).

06 - Avalie as taxas dos produtos antes de contratar um plano

Duas taxas podem incidir sobre um plano de previdência: a taxa de administração financeira – cobrada pela tarefa de administrar o dinheiro do fundo de investimento – e a taxa de carregamento – que serve para cobrir despesas de corretagem e administração. É importante fazer comparação entre instituições e verificar as melhores ofertas antes de contratar o produto.

07 - Acompanhe seus rendimentos e a evolução do seu plano

É sempre importante ter em mente que a previdência privada é voltada para o longo prazo, logo, a natureza de alocação desses fundos segue uma estratégia para ganhos em um espaço maior de tempo. Por isso, acompanhe a rentabilidade de prazos sempre superior a um ano, sendo ainda mais eficaz verificar períodos de 36, 48, 60 ou 72 meses.
Além disso, você deve periodicamente acompanhar a evolução da sua reserva frente às suas necessidades e eventuais alterações no padrão de vida, decorrentes, por exemplo, de crescimento profissional, formação de família e filhos. Nesses casos, você deve avaliar se suas contribuições ainda são suficientes para realizar seus projetos frente a uma nova realidade familiar, profissional ou mesmo a alteração do objetivo inicialmente previsto.

Fonte: SEGS por Pepita Martin Ortega
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