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19/10/2018

Seguradoras que transformam seus negócios e modelos operacionais podem obter US$ 375 bilhões em novas receitas, afirma estudo da Accenture


São Paulo, outubro de 2018 – Seguradoras do mundo todo podem obter US$ 375 bilhões em novas receitas ao longo dos próximos cinco anos por meio da transformação e revitalização de seus negócios, segundo estudo da Accenture. O documento “Insurance as a Living Business” conclui que as seguradoras que inovam continuamente e se adaptam às mudanças nas necessidades dos clientes conseguirão aproveitar oportunidades emergentes de crescimento e ultrapassar seus concorrentes.
A pesquisa estima que essas seguradoras poderiam, juntas, gerar US$ 177 bilhões adicionais em receitas relacionadas a cinco áreas principais: riscos emergentes como cibersegurança e veículos autônomos; melhor penetração em mercados que até agora se mostram de difícil rentabilização; serviços de valor agregado que ajudam a reduzir o risco dos clientes, como dispositivos conectados dentro das casas para detectar problemas de manutenção antes que causem danos; parcerias comerciais expandidas, dentro e fora do ecossistema de seguros, para criar ofertas mais personalizadas para os consumidores; e a monetização de ativos como dados, plataformas e algoritmos.
Outros US$ 198 bilhões em novas receitas representam a mudança potencial em participação de mercado dentro das mesmas cinco áreas principais, favorecendo seguradoras que adotam a transformação em troca de concorrentes menos responsivos.
De acordo com o estudo, a inovação e a adaptação às mudanças nas necessidades dos clientes exigirão das seguradoras o desenvolvimento de bancos de talentos mais fluidos, agilização da infraestrutura já existente, uso de dados e analytics para personalizar seus serviços de forma mais efetiva e a criação de uma equipe de liderança forte e de uma cultura organizacional aberta a novas ideias e abordagens.
"A indústria de seguros, tal como a conhecemos hoje, está à beira de um ambiente de negócios totalmente novo", diz Hugo Assis, líder da prática de Seguros na Accenture para América Latina. "Separar-se da manada e capturar novas oportunidades de receita exige uma mudança na visão de negócios - do foco no produto para o foco no cliente; de modelos operacionais rígidos para modelos mais fluidos e ágeis que respondam rapidamente às preferências dos clientes; e de atuar sozinho no mercado para parcerias com insurtechs e gigantes tecnológicos que podem ajudar na exploração de novos segmentos de clientes e no fortalecimento de suas marcas".
O estudo recomenda uma série de passos que as seguradoras podem tomar para ampliar suas oportunidades de crescimento. Dentre esses passos estão o desenvolvimento de uma estratégia digital que abranja novos modelos e tecnologias para a empresa como um todo - incluindo inteligência artificial, blockchain, contratos inteligentes e a internet das coisas (IoT) - para que possa oferecer serviços mais personalizados e rápidos, além de tirar o máximo proveito das informações de seus clientes, o seu bem mais precioso, para maior customização de suas ofertas.
Além disso, o estudo identifica cinco áreas - ligadas a Seguros Gerais, Vida & Acidentes e Mercado de Médias Empresas - para crescimento de receitas nas quais as seguradoras de seguros poderiam lançar novos produtos e serviços ou aumentar o alcance do seu portfólio atual.
  1. Maneiras novas e mais eficientes de mirar segmentos de mercado difíceis de alcançar. Com a proliferação dos novos canais (on-line e celular) e tecnologias (analytics e geolocalização), as seguradoras podem acessar segmentos de difícil alcance, como microsseguros ou emissão imediata de seguros de vida, para aumentar a sua participação no mercado de forma eficiente. Isso poderia gerar US$ 144 bilhões em novas receitas.
  2. Oportunidades para novos riscos. As seguradoras devem desenvolver novas ofertas para riscos emergentes, como seguros para ataques cibernéticos e novas exposições por conta do surgimento dos veículos autônomos. Isso poderia gerar US$ 111 bilhões em novas receitas.
  3. Funções intermediárias e ecossistemas não tradicionais. As relações com as insurtechs e empresas de outros setores podem oferecer às seguradoras a oportunidade de se engajarem com os clientes de forma diferente e descobrir novas fontes de valor. Isso inclui a entrada das seguradoras em ecossistemas existentes e operados por plataformas online como Google, Amazon, Facebook e Apple para que possam se conectar com clientes que já usam essas plataformas, incluindo os assistentes virtuais. Esta abordagem poderia gerar US$ 80 bilhões em novas receitas. De acordo com o estudo, três quartos (76%) das novas receitas nas linhas de seguros gerais e acidentes provavelmente virão desses relacionamentos pouco tradicionais.
  4. Monetização de plataformas e modelos de dados. As seguradoras podem oferecer seus ativos - dados, análises de clientes, plataformas e modelos de serviços, algoritmos de riscos, etc. - para parceiros que poderiam se beneficiar com eles. Isso poderia gerar US$ 28 bilhões em novas receitas.
  5. Serviços de valor agregado. As seguradoras devem focar os serviços personalizados que ajudam a reduzir os riscos do cliente, como o uso de wearables que ajudam pessoas idosas a ficarem em casa por mais tempo, além da venda e gestão de dispositivos conectados para o lar. Isso poderia gerar US$ 12 bilhões em novas receitas.
"A manutenção do padrão atual de negócios não é sustentável", afirma Assis. "Os lucros e receitas das seguradoras estão sendo pressionados pelo crescimento das insurtechs e da presença cada vez maior de empresas de tecnologia com fortes relacionamentos personalizados com seus clientes. A inovação - para além de agregadores e distribuidores on-line - precisa ser uma prioridade para o setor. As operadoras que fizerem as mudanças certas nos seus negócios, compreenderem seus clientes e responderem rapidamente e sem medo às suas demandas com ofertas relevantes e inovadoras terão maiores possibilidades de aumentar sua participação de mercado e capitalizar com as oportunidades emergentes".

Fonte: Portal Nacional de Seguros por Sergio Pedroso
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