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10/09/2018

'Pé de meia': confira o melhor investimento para cada fase da vida


Especialistas dão dicas de como montar uma boa carteira de aplicações de acordo com sua idade e melhorar a sua reserva financeira
Na hora de montar uma boa carteira de investimentos, o perfil do investidor e seu objetivo são decisivos para garantir uma boa rentabilidade. Porém, outro ponto que costuma influenciar bastante está no prazo da aplicação. Por isso, pensar em investimentos de acordo com a sua faixa etária pode ajudar na sua estratégia de crescimento patrimonial ou de renda. Independente da fase de vida, o quanto antes conseguir colocar os investimentos em prática, melhor.  
Especialistas elaboraram para o CORREIO um plano bem diversificado, tanto para quem está só começando - como jovens a partir de 20 anos - quanto para os que passaram da idade de se preocupar com a aposentadoria e estão acima dos 60. 
Há opções para investir a partir de R$ 30, como os Títulos do Tesouro Direto, por exemplo. São três categorias diferentes com sugestões de aplicações, cuidados e dicas para melhorar o retorno financeiro. 
“É necessário entender o momento de cada um e seus planos de vida. Em qualquer um dos perfis de investidor - mais conservador ou arrojado - é essencial que ele conheça muito bem o tipo de investimento, os riscos envolvidos, prazos para resgate (liquidez)”, destaca o diretor comercial da corretora Easynvest, Fabio Macedo. 
O planejamento da reserva deve levar em consideração também os custos para manter esta carteira. “Algumas corretoras não cobram taxa de administração para investimento em nenhum tipo de produto de renda fixa. Porém, em outras instituições, essa taxa é cobrada. Considerando 0,5% ao ano, significa que para um período de 30 anos, 17% do rendimento é direcionado para a empresa administradora”, alerta Macedo. 
Objetivos
Segundo a educadora financeira Meire Cardeal, o que vai fazer a diferença é a real finalidade do investimento, a fim de adequar o prazo à modalidade.  Resgates antecipados em aplicações de longo prazo podem ocasionar redução da rentabilidade esperada ou até mesmo a perda de parte do capital investido.  
“Quanto maior a idade, menor deve ser o percentual destinado ao longo prazo. Nestes casos é indicada uma carteira de investimento mais conservadora e com um bom volume para garantir uma reserva para emergências, como as aplicações de liquidez imediata”, fala. 
Esta definição de prazos só será eficiente se o investidor fizer um bom controle de suas finanças. O alerta é do economista e educador financeiro Edval Landulfo. “É poupar para ter recursos disponíveis e investir para ter a multiplicação da renda com os juros compostos a seu favor”, aconselha Landulfo.

 20 A 39 ANOS
Por Rogério Manente
Eu recomendo
Ao montar sua carteira - O importante é concentrar a maior parte do patrimônio em ativos de baixo risco, mas aproveitar a pouca idade para aceitar risco em alguns ativos. A diversificação em ativos com risco de crédito (como debêntures, CRAs ou CRIs) e ativos com risco de mercado (como ações, ou fundos multimercado) dilui o risco global.
Uma boa alocação - Pense em algo como: 30% em Tesouro Selic; 20% em Tesouro IPCA+ 2045; 10% em CDBs sem liquidez de até 5 anos; 10% em outros ativos de renda fixa (Debêntures, CRAs ou CRIs); 15% em ações ou fundo de ações e 15% em fundos multimercado.

Evite
Equilíbrio na hora de investir - Não exagere em nenhum dos lados. Ou seja, o investidor não pode achar que é conservador e alocar toda sua carteira em ativos sem risco e abrir mão de uma melhor rentabilidade. Da mesma forma, não se pode achar que é arrojado e investir apenas em ativos de risco. 

Fique atento
Rentabilidade - Outra regra importante é não acreditar em investimentos mágicos. Todos os investimentos com potencial de grande retorno envolvem grande risco. Um ótimo exemplo é o boom dos criptoativos. Esse tipo de investimento é  de altíssimo risco. Ele não precisa ser evitado, desde que o investidor conheça o risco.

Mais dicas
Quer arriscar?  Para investidores nesta faixa etária cabe de tudo um pouco, só depende do apetite ao risco. Algumas opções com mais risco são debêntures com altas taxas (high yield) e ações de empresas small caps.

Rogério Manente é gerente gerente geral da Socopa Invest 
40 A 59 ANOS
Por Francis Wagner
Eu recomendo
Acima da inflação - A tendência é que esses investidores sejam mais avessos ao risco e estejam mais preocupados com a preservação do seu capital.  Escolher produtos que protejam o investidor da inflação pode ser uma boa estratégia. Alocar uma maior parte da carteira em produtos de renda fixa e também em produtos que paguem renda de forma periódica pode ser uma boa ideia.
Segurança - Algumas ideias para a composição do portfólio são produtos de renda fixa pós-fixados e/ou atrelados à inflação, como CDBs e até mesmo Fundo de Investimento Imobiliários.

Evite
Zona de conforto - Claro que essa é uma questão que depende do perfil de cada investidor, mas renda variável, por exemplo, é uma boa alternativa para ganhos de longo prazo. Como esse grupo já está perto da aposentadoria, pode não ser muito vantajoso iniciar esse tipo de investimento.
Fique atento
Futuro - Se estamos falando de um grupo de pessoas que está preocupada com a aposentadoria, o ideal é que se invista pensando nesse objetivo e no prazo que quer alcançá-la, Se o investidor tem 55 anos e pretende se aposentar aos 65, não faz sentido investir em algo com data de resgate para 20 anos. 

Mais dicas
Conhecimento - É necessário avaliar quais são os objetivos para esse investimento. Além disso, estudar e conhecer sobre a aplicação escolhida é fundamental. Escolha produtos que rendam sempre acima da inflação. Identificar o rendimento real é uma dificuldade para as pessoas, elas ignoram o impacto da inflação nos preços.

 Francis Wagner é presidente do aplicativo Renda Fixa 
MAIS DE 60 ANOS
Por Thiago Nigro
Eu recomendo
Replanejamento da carteira - É preciso repensar possíveis investimentos em previdência privada como aposentadoria complementar. Esta modalidade só faz neste período da vida se a pessoa tiver como objetivo deixar a aplicação para sucessão patrimonial (as previdências permitem que haja beneficiários sem passar pelo inventário).
Importante - O melhor investimento vai depender dos objetivos do investidor. Se ele quer viajar daqui a 1 ano, por exemplo, não faz sentido investir em um CDB que só vai dar retorno no prazo de 2 anos.

Evite
Tempo de resgate - Caso o investimento não seja para sucessão patrimonial ou o saque do dinheiro aconteça antes de 10 anos, o melhor é evitar a Previdência Privada, pois o ganho ficará muito abaixo do padrão.

Fique atento
Taxas mais competitivas - Uma dica importante é avaliar a instituição financeira onde irá aplicar seu dinheiro. Muitas vezes é mais vantajoso priorizar uma corretora de investimentos em detrimento de grandes bancos. Por que? As corretoras normalmente oferecem taxas mais atrativas e rentáveis. Geralmente, os bancos acabam cobrando taxas que inviabilizam os investimentos. O investidor deve ter cuidado e procurar entender todos os detalhes possíveis do plano que está aderindo para não ser surpreendido no futuro.

Mais dicas
Compare e pesquise - É preciso fazer um comparativo entre os investimentos que são disponibilizados, considerando sempre o tripé liquidez, risco e o rendimento do ativo.

Thiago Nigro é educador financeiro e criador do Canal Primo Rico
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