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16/10/2018

Como escolher uma boa Previdência Privada?


Entenda o "tripé" que desenvolvemos para você nunca mais errar na escolha da sua Previdência Privada.

A Previdência Privada sem dúvidas se tornou um dos produtos financeiros mais procurados da atualidade. Primeiro porque a previdência privada conta uma série de benefícios, tais como:
  • Otimização tributária: nos casos do PGBL é possível abater na base de cálculo os valores contribuídos nesse tipo de plano até o limite de 12% da renda bruta tributável;
  • Come-Cotas: não há incidência de come-cotas na previdência privada e ao longo do tempo, acreditem, faz uma enorme diferença como mostra a figura abaixo;
  • Alíquotas de IR: Nos planos regressivos é possível chegar a uma alíquota de 10% e nos progressivos, dependendo da renda total, ficar isento;
  • Sucessão patrimonial: a Previdência Privada não entra em inventário e nem incide ITCMD (depende do estado), salvo quando constatado fraude ou má fé;
  • O mercado de Previdência Privada no Brasil é um dos mais mal assessorados, ou seja, a falta de transparência e explicação do seu funcionamento aliado a taxas abusivas cobradas pelos bancos, prejudicam fortemente quem investe no produto.
A Previdência Privada no Brasil corresponde a um mercado de aproximadamente R$ 750 bilhões, com mais de 90% desse valor concentrado nos grandes bancos (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Caixa e Santander) sendo que os maiores fundos de Previdência Privada, em média, não rentabilizaram mais do que 90% do CDI. Além disso, muitos desses fundos cobram taxas abusivas de administração e outras como taxas de entrada/saída e carregamento. Um verdadeiro absurdo!!!
Mas calma, as notícias que trago ao longo desse artigo são bem animadoras. Voltaremos a falar desse último parágrafo no terceiro pé do “Tripé da Previdência”.

Tripé da Previdência

O “Tripé da Previdência” é uma estratégia de três passos (análises) para você conseguir escolher a melhor combinação desse produto.
É divido em:
  • Tipo (PGBL ou VGBL)
  • Tributação (regressiva ou progressiva)
  • Fundo (renda fixa ou multimercado)

Qual tipo escolher?

O PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre – é ideal para quem faz a declaração completa de IR, pois pode deduzir em até 12% a renda bruta tributável, resultando em menos imposto a pagar ou mais imposto a restituir.
Alguns cuidados muito importantes na hora de fazer um PGBL: o IR incide sobre o TOTAL a ser resgatado (isso mesmo!!! Principal mais rendimentos, é o único produto financeiro nessas configurações), portanto, o total aportado no seu PGBL ao ano não deve ultrapassar os 12% da sua renda bruta tributável. Se isso acontecer invista os valores ultrapassados em um VGBL ou estará literalmente “queimando” patrimônio.
Recomendo fortemente um contador com conhecimentos sólidos para consultar se a declaração completa é a mais adequada para você. As vezes ela pode não compensar.
O VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre – é indicado para quem faz a declaração simplificada de IR ou deseja contribuir com mais de 12% da sua renda bruta tributável.
No VGBL não é possível abater da renda bruta tributável, porém seu imposto de renda incide apenas sobre a renda e não sobre o principal, da mesma forma como funciona nos investimentos convencionais.

Antes de seguir com o artigo…

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Qual tributação escolher para a Previdência Privada?

Temos a tributação regressiva ou definitiva (também pode ser chamada de decrescente ou exclusiva) que leva em consideração o tempo de permanência no fundo, ou seja, quanto maior o tempo, menor a alíquota de IR. A alíquota começa em 35% chegando a 10% depois de 10 anos, conforme figura abaixo:
Já na tributação progressiva ou compensável (também conhecida como fixa ou antecipada) é levado em consideração a faixa de rendimentos totais. Lembrando que independente da faixa o resgate incidirá a alíquota de 15% para posterior ajuste na Declaração Anual de Imposto de Renda, como pode ser verificado na tabela abaixo:

Qual fundo de Previdência Privada escolher?

Como eu disse, volto a falar sobre os fundos de Previdência Privada que são extremamente concentrados nos grandes bancos, que por sua vez cobram altas taxas de administração, entrada, saída, carregamento e não tem boa perfomance.
Diante dessa realidade, as grandes gestoras de fundos do mercado financeiro (gestoras competentes, com excelente histórico de gestão e resultados e que cobram taxas competitivas e de acordo com o mercado) começaram a estruturar seus fundos na versão previdência.
Note na figura abaixo um comparativo dos fundos de previdência e convencional da gestora VERDE, uma das mais renomadas do Brasil, a correlação é altíssima.
Esses fundos de Previdência Privada replicam as estratégias e a cultura vencedora dessas gestoras, respeitando algumas limitações como a não alavancagem e menor exposição de investimentos estrangeiros nas carteiras. Além disso não cobram taxas de entrada/saída e carregamento.
As coisas ainda melhoram, existe a portabilidade de previdência, muito semelhante a portabilidade dos números de telefones celulares. Ao se deparar com um fundo ruim de Previdência Privada, você não precisa mais liquidá-lo (muitas vezes, dependendo da alíquota, pode gerar um prejuízo desnecessário) e sim fazer uma portabilidade.
Assim é possível você transferir seus valores nas mesmas configurações e alíquotas do seu fundo ruim para um fundo bom. O tramite é todo eletrônico e geralmente sem custos. Vejamos alguns pontos ao escolher seu fundo:
  • Aversão ao risco: Os fundos de previdência possuem certas restrições a fim de assegurar maior segurança, eles não podem por exemplo:
  • Alavancar;
  • Operar derivativos, salvo para hedge (proteção) de posições;
  • Ultrapassar o limite de 10% em investimentos no exterior.
Além disso existem duas modalidades de fundo de Previdência Privada, renda fixa e multimercado. Os fundos de renda fixa devem manter, pelo menos, 80% do seu PL em Renda Fixa. Os multimercados, por sua vez, não devem ultrapassar os limites de 70% em ações e/ou 10% em investimentos no exterior.
  • Histórico e Consistência: procure por fundos que tenham históricos mais longos. Além disso, se esse histórico passou por turbulências e o fundo continuou entregando resultados consistentes é um excelente sinal;
  • Performance Absoluta e Relativa: fundos com riscos/retornos atrativos (eu gosto muito de analisar o índice sharpe, que analisa quanto aquele fundo está entregando de resultado acima da taxa livre de risco por nível de volatilidade). Além da performance absoluta, analisar o fundo em relação aos seus pares, fundos com características semelhantes, pode ser uma boa idéia;
  • Gestora e Equipe: O fundo ser gerido por uma gestora competente e de renome no mercado, além de contar com uma equipe isenta, coesa e que se complementem é, sem dúvidas, mais um ponto que reforça uma boa escolha.
Munidos desses passos para sua análise, as chances de você estar escolhendo um bom fundo de previdência são enormes e, apesar dessa modalidade ser entendida como de longo prazo, o monitoramento também é importante.

Verifique, de tempos em tempos, se os motivos que o levaram a escolher determinado fundo no passado seguem iguais, tanto da parte do fundo (rentabilidade, consistência e aderência as estratégias propostas), quanto da sua parte (renda bruta tributável e capacidade de poupança).

Caso faça sentido proceda com novas portabilidades ou procure profissionais para lhe ajudarem na tomada de decisão.

Fonte: Portal Eu quero Investir por Arthur Severo
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