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11/01/2019

Brasileiros aderem aos seguros de vida para proteção da renda familiar


A arrecadação de planos, em diferentes modalidades, das seguradoras não ligadas a bancos cresceu em média 10% no último ano, aponta Mongeral Aegon

Casados por 38 anos e pais de dois filhos, Neuza Rosa e Clelcy Oliveira tinham a preocupação com o futuro. Por mais de 30 anos, os dois mantiveram um seguro de vida cada um como uma garantia financeira para o caso de um dos dois falecer. Em outubro de 2015, Neuza ficou viúva e vem se mantendo com a aposentadoria do marido. Todo o valor segurado está aplicado e poderá ser usado no caso de alguma eventualidade.

- Apesar de ainda estar me recuperando, me sinto mais segura em saber que, se acontecer algum imprevisto, eu tenho o dinheiro lá, me esperando - conta Neuza, 62 anos, moradora do bairro de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Após essa experiência, a carioca seguiu com seu seguro e incluiu os dois filhos como beneficiários.

- O dia em que eu faltar eles terão direito ao valor deixado por mim, inclusive com o seguro de assistência funeral, como aconteceu no caso do meu marido. Quando ele faleceu, vi como esse tipo de benefício pode ser útil – relata.

- A falta prematura de uma pessoa na família é a principal preocupação de quem faz esse tipo de contrato. É uma forma de garantir a estabilidade do dependente financeiro em caso de acidente ou de morte - explica Wagner Lima, superintendente comercial no Rio de Janeiro da Mongeral Aegon Seguros e Previdência. Para o seguro em caso de morte, há duas opções para o pagamento ao beneficiário: receber o valor integral da apólice ou em parcelas mensais por prazo pré-determinado.

Casos como o de Neuza são cada vez mais comuns, segundo o executivo. Muitos imaginam que os seguros de vida sirvam apenas para o caso de falecimento, mas há contratos que preveem proteção em caso de invalidez, temporária ou permanente, e até para quem for acometido por doenças graves.

Quem deve procurar proteção

Segundo Lima, não há uma recomendação padrão sobre quando se deve começar a fazer um seguro de vida. A decisão depende do momento pelo qual passa o segurado, quais são suas necessidades e expectativas – profissão, se tem filhos ou outro tipo de dependente e qual é a idade, por exemplo. Esse perfil é detalhado por um consultor de seguros. No caso da Mongeral Aegon, o corretor profissional passa pelo menos 40 minutos fazendo a coleta de informações para poder identificar qual é a necessidade de quem deseja contratar o seguro.  

- Um profissional a partir dos 30 anos, por exemplo, está em um período de crescimento na carreira, com sua trajetória em ascensão. Ao mesmo tempo, ele ainda não conseguiu acumular um patrimônio. Em casos assim, o seguro pode ser a melhor forma de proteger os seus dependentes financeiros ou até mesmo sua própria renda se acontecer alguma eventualidade – explica o superintendente da Mongeral Aegon.

Os imprevistos cobertos não se restringem aos casos de morte. Também é possível fazer uma proteção para invalidez, total ou parcial, causada por acidente ou doença. Nesses casos, o cliente pode contratar o benefício, recebê-lo de uma única vez ou mensalmente, como uma renda, pelo período definido em contrato. Dessa forma, o segurado mantém seu patrimônio financeiro e se protege de sobressaltos financeiros mesmo sem poder trabalhar, situações que muitas vezes acabam por virar uma fonte adicional de dor de cabeça em um momento tão difícil para toda a família. A situação pode ficar especialmente delicada para aqueles que têm filhos pequenos como dependentes financeiros ou então os pais idosos que recebem algum tipo de auxílio.

Fôlego para a superação

Outra modalidade de seguro que vem ganhando mais adesões, em parte como resultado do aumento de expectativa de vida dos brasileiros, é o de cobertura para doenças graves, como câncer, AVC, infarto, a maioria dos transplantes e Mal de Alzheimer, entre outras.

- As pessoas vivem em um ritmo cada vez mais acelerado, sob estresse, e muitos não se cuidam. Um seguro como esse, em que o contratante recebe uma indenização caso apresente uma dessas doenças, é uma alternativa para manter sua proteção financeira mesmo que tenha de se afastar do trabalho – afirma Lima.

O pagamento é feito de uma só vez depois de o problema de saúde ser diagnosticado. Assim, mesmo que o segurado não tenha conseguido acumular um patrimônio ao longo de sua vida profissional, especialmente se for mais jovem, terá à sua disposição um montante para custear o tratamento, como a compra de medicamentos ou a contratação de serviços de home-care, que por muitas vezes acabam por onerar o orçamento justamente em um período delicado.

Recomposição financeira

Lima explica que apesar de garantir o pagamento de um valor, o seguro de vida não deve ser confundido com investimentos.

- Seguro de vida não é para quem pensa em ficar rico, não é esse o propósito. Ele serve para recompor as finanças dos beneficiários. Pesquisas apontam que no caso de morte, por exemplo, a família leva de quatro anos e meio a cinco anos para se recuperar, tanto emocionalmente quanto financeiramente – diz o executivo.

Fundada há 184 anos, a Mongeral Aegon, associada ao Grupo Aegon – um dos dez maiores grupos de seguros e previdência do mundo - é uma das empresas mais antigas do Brasil. Com atuação nacional, hoje conta com 40 unidades de atendimento espalhadas pelo país e mais de 2,2 milhões de clientes.

Suas vendas consultivas são feitas por corretores parceiros. Toda sua atividade é fiscalizada e regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados, a Susep, que autoriza e controla as atividades do setor.

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